Rogério Ceni x Milly Lacombe

agosto 5, 2006 at 2:32 am 54 comentários

O goleiro do São Paulo, Rogério Ceni, rebate críticas e acusações feitas por Lacombe no programa ArenaSport no canal SporTv no dia 03/08/06. A acusação feita por Milly Lacombe seria de que Rogério Ceni falsificou uma assinatura de contrato com o Arsenal para conseguir um aumento salarial no São Paulo tempos atrás.

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Who knows when lightning can strike? Dia a Dia da Polícia e Traficantes

54 Comentários Add your own

  • 1. Carlos Siva  |  agosto 18, 2006 às 9:10 am

    Essa historia so pode ser verdadeira, mas ela ingenua de falar isto abertamente…

  • 2. Fernando Morais  |  novembro 14, 2006 às 1:10 pm

    Isso é coisa de corintiana sofredora.

  • 3. luis  |  novembro 26, 2006 às 11:49 am

    quem quiser acompanhar o processo é só clicar no link http://portal.tj.sp.gov.br/wps/portal/home e procurar pelo processo número 583.00.2006.207864-7 (sem pontos e traços).

  • 4. Cora  |  novembro 30, 2006 às 12:17 am

    O Rogério reagiu de maneira ridícula ao sentir-se ofendido. Se ele REALMENTE não fez o que “ventilou-se que poderia ter feito”… que foi o que disse a jornalista, era o caso de procurá-la pra informar a versão verdadeira ou mesmo usar o canal de TV pra se defender de forma mais elegante. Quem não deve não teme.

  • 5. andre stephan  |  dezembro 2, 2006 às 2:40 pm

    não sou fã do rogerio mas essa lésbica fdp é rídicula, mais ridiculo somente o comentário de n° 4, que deve ser de 1estagiário de jornalismo. a atitude do rogerio de entrar ao vivo foi certa sim afinal ele depende de sua imagem para fechar contratos e para continuar em alta no futebol. vale lembrar que este rapaz já foi injustiçado em um caso de dopping.

  • 6. Jjosevaldo Rocha  |  dezembro 16, 2006 às 10:11 am

    Deprimente e humilhante para um jornalista ser desmascarado e humilhado publicamente,e o pior é que ela tenta fazer todos de idiotas,afirmando que não tinha feitos as acusações,triste,realmente triste essas cenas proporcionadas pela srta mila.

  • 7. jorge  |  janeiro 5, 2007 às 9:58 am

    bambi ceni viado!!!
    todo mundo sabe que foi verdade…
    e ele usou se defender na tv apenas pq ngm iria contra ele em pleno programa….afinal ngm é tão deselegante como ele a ponto disso….
    se nao gostou ele fala com ela pessoalmente e pede pra no proximo programa ela corrigir a informação…
    não era simples?!

    sao paulino bambi do caraio…
    bambi ceni fdp..

  • 8. José Manuel A.Baptista  |  fevereiro 1, 2007 às 3:51 pm

    Não gosto do Rogério Ceni, mas essa SAPATÃO deveria era ir lavar pratos.

  • 9. Weber  |  fevereiro 7, 2007 às 4:45 am

    O fato de ser lésbica não trás o direito de qualquer uma aqui ofendê-la, mas o que ela fez foi totalmente anti-ético e anti-profissional.

    Ela deveria saber, antes de tudo, que para falar algo é preciso ter provas, principalmente em um meio de comunicação como a tv.

    Lamentável a atitude.

  • 10. Rodrigo Ceni  |  fevereiro 16, 2007 às 3:46 pm

    Ceni! Ceni! Ceni! mandou muito! essa vaca quiz aparece e tomo no nabo… a cara q ela ficou, e tentando explicar q não sabia da história deve ter sido melhor q ganhar o brasileiro pro rogerio hehe… afinal são tantos titulos mais importantes…
    folgada, se quer subir numa profissão num eh com polemicas e sim com afirmações e provas na mão…São ações como a do rogério q filtraremos as injustiças da imprensa

  • 11. Bruna  |  março 3, 2007 às 4:25 pm

    eu amo o ROGERIO e sei que ele ñ seria capas de fazer isso, que essa jornalista disse…

    EU AMO O ROGERIO CENI..

  • 12. joao  |  março 4, 2007 às 2:28 pm

    essa milly lacombe eh uma filha da puta! nao sabe de bosta nenhuma que aconteceu e vem enventa pro povo..ela merece uma rola bem grande no rabo dela

  • 13. joao  |  março 4, 2007 às 2:29 pm

    o rogerio eh um rei

  • 14. felipe  |  março 18, 2007 às 3:42 pm

    qm fala mal do rogerio é pq num tem um goleiro como ele

  • 15. Alexandre  |  abril 24, 2007 às 12:03 pm

    ae Mila… essa é pra você
    “Galinhaaaaa, galinha sem históriaaaaa, galinha sem estádiooo, freguês do tricolorôoooor”

  • 16. Leandro  |  abril 30, 2007 às 6:58 pm

    o Rogerio Ceni agiu mto bem .Aquela Mily e uma lesbica FDP!!!!!!!!!!!
    Mesmo que o Rogerio tenha agido de ma’ fe’ ela naum tem nada a ver COM A VIDA DOS OUTROS!!!!!!!!!!!

    VAI TOMAR NO CU

  • 17. Braga Rei  |  maio 3, 2007 às 9:48 pm

    O ROGÉRIO MANDOU BEM, APENAS SE DEFENDEU. PIOR FOI O COMENTÁRIO NUMERO 4, QUER DIZER QUE ELA FALA ABERTAMENTE NA TV O QUE ELA QUER E O ROGÉRIO – VITIMA – TEM QUE PROCURÁ-LA PARA SE DEFENDER? FALA SÉRIO…
    VAI QUE ELA N~ÇAO TINHA TEMPO?

  • 18. Renata Leão  |  maio 8, 2007 às 6:06 pm

    A Milly é brilhante como jornalista e como pessoa. Rogério foi covarde e, obviamente, se ENTREGOU ao se ofender TANTO com uma simples pergunta. Afinal, QUEM NÃO DEVE, NÃO TEME… O cuzinho dele apertou TANTO q acabou fazendo pressão no cérebro. Ele gritou, xingou, esperneou com a maturidade d uma criança de 4 anos. E deu A AMIOR BANDEIRA!! Freud explica. Tsc, tsc…

  • 19. Renata Leão  |  maio 8, 2007 às 6:10 pm

    E tem mais: quem ofende a Milly por sua opção sexual e por ser ‘covarde’ por falar na TV, quero dizer apenas que ela mostrou ter mto mais culhão q um monte de idiotas escondidos atrás de ‘nicks’ adolescentes e JAMAIS teriam a COMPETÊNCIA para serem convidados a participarem de um programa especializado desse porte. Lamento a miopia generalizada desses marmanjos NERDS q ficam em casa punhetando e nem se lembram qual foi a última vez q eles tiveram contato com uma MULHER. Mas a vida desses ‘percalços’ já é castigo suficiente…

  • 20. Ale  |  maio 9, 2007 às 8:19 am

    Acredito que ninguém tenha o direito, e se aproveite da internet, mesmo sendo o maior meio de critica de comunicação e informação para acusar e nem defender ninguém.
    Todos sabemos que ninguém tem moral para acusar ninguém, sendo a Milly ou o o Goleiro.

    Acredito que todos que estão aqui, que não tem coragem de se identificar, e mesmo os que usam palavras de baixo calão não tem direito algum de acusar ninguém.

    A internet é um meio de comunicação que devemos usá-la como forma de informação entre outros fins, mas usar para “achar que é critíco” isso sim, é muito sem noção.

    Mas se percebe que a maioria dos “homens” pelo menos é o que diz o nicks, são cheios de crises existênciais por não falar do comentário da Milly e sim da opção e orientação sexual dela.

    As pessoas devem ter mais que opiniões formadas, devem ter coesão nas frases que diz, mesmo que seja um “vai tormar no ….”

    Galera, vamos usar o que temos de diferencial, a inteligência!

  • 21. hak  |  maio 19, 2007 às 4:22 pm

    Lamentável os comentários da jornalista… se é que pode se chamar de jornalista… a tv é um meio público de informação, por este motivo ao acusar uma pessoa sem ter provas e uma leviandade, ela deveria ter mais cuidados com as palavras…
    Bom, agora está sendo processada…

  • 22. Santista Doente  |  junho 7, 2007 às 4:47 pm

    Concordo com o hak, uma declaracao dessa sem provas deveria ter sido feita no minimo enfatizando que se tratava de um boato e que nao havia provas a respeito…

    Ninguem eh santo e todos sabemos que isso (assinaturas, negociacoes, chantagens) ocorre frequentemente no meio futebolistico mas essa acusacao foi realmente uma leviandade…

    Um comentario para a Renata Leao: infelizmente preconceito existe e nunca vai acabar, mas devo dizer que o fato dela ser lesbica tambem nao a torna uma pessoa intelectual, o que incompreensivelmente eh uma associacao que muitas pessoas fazem e parece que inclusive voce…na minha opiniao ela eh uma jornalista esportiva ignorante e uma profissional de comunicacao incompetente.

  • 23. Valdemar  |  junho 12, 2007 às 10:58 pm

    Renata Leão!!!! Tu é sapatão também?!?!?
    Vai lá reclamar com o Juiz de Direito Dr. Roberto Grassi Neto deu ganho de causa ao Ceni…
    Nada contra em você querer defender gente da mesma laia que a sua, mas querer provar que o errado é o certo aí é demais!!!

  • 24. Presidente  |  junho 16, 2007 às 8:33 am

    Meu, nem digo nada pra essa profissional incopetente, mas tipo, legal q ela assumiu a posição dela, mas dai ela querer se achar no direito de entender de futebol já são outros 500, num se deve falar bosta na tv (e num é só ela q fala não…).

    Agora vai pagar os 150.000 e aprende a ficar quieta…

  • 25. Ownergy  |  junho 24, 2007 às 9:55 pm

    ford minneapolis

  • 26. Henrique  |  agosto 7, 2007 às 12:45 am

    Sou Atleticano, de minas gerais. Acho o Rogério Ceni um bom goleiro. Quem assiste a primeira parte do vídeo, em que a Milly faz as afirmações sobre o tal contrato, vê claramente que ela agiu de maneira completamente despropositada. Independente de opção sexual, o que for. Ela fez acusações sérias, incriminou o ROgério Ceni, que como qualquer um tem o direito de exigir as provas de uma acusação, ainda mais quando feita ao vivo em um programa de televisão.

  • 27. jorge  |  agosto 11, 2007 às 5:37 pm

    chupa bambi ceniiii
    nunca saiu do brasil pq num tem propostas!!!!
    sao marcos teve e recusouuuu
    isso é que é amor…

  • 28. NESCAU  |  agosto 12, 2007 às 4:26 pm

    MILLY LAMCOME É LESBICA SAPATÃO E NÃO ENTENDE NADA D FUTEBOL, O QUE EU ACHEI MAIS VERGONHOSO NÃO FOI O CENI MASSACRA ELA, EU ACHEI VERGONHOSO ELA NAO SABER NADA DE FUTEBOL, ELA QURIA VER A MEIDA DOS GOLS DO CENI E COMPARA UM GOLEIRO COM JOGADOR, ………..
    BURRA BURRA JORNALISTA ATE A PIRANHA DA VALERIA MONTEIRO É KKKKKKK

  • 29. Raul Monteiro  |  setembro 13, 2007 às 11:01 pm

    Essa pseudo-jornalista é incompetente em todas as categorias do termo na profissão.
    O principal requisito para tal proficiência, a imparcialidade, nunca esteve ao alcance desta imoral.
    Assumidamente corinthiana, envolve sua paixão(?) pelo time que tem no seu antro de trabalho.
    Um paradoxo.
    Infelizmente pessoas como essas ganham espaço em programas respeitáveis enquanto outras competentes se mantêm à margem de qualquer visibilidade.
    Atualmente a imprensa parece ser extremamente tendenciosa e se abster do critério ético de maior relevância supracitado: a imparcialidade.
    Portanto é extremamente condenável a manutenção do labor desta torcedora.

  • 30. Raul Monteiro  |  setembro 13, 2007 às 11:02 pm

    Como não sou jornalista posso ter minha opinião diretamente polarizada: 5-3-3 e não tem pra ninguém.
    Galinha sem história…

  • 31. Raul Monteiro  |  setembro 13, 2007 às 11:04 pm

    Galinha sem estádio, freguês do Tricolor.

  • 32. karol  |  setembro 24, 2007 às 10:02 am

    é claro q essa biscate ta mentido….
    onde já se viu fala um absurdo desse…
    ela deve ser no mínimo cúrinthiana,e corna….
    mulherzinha cem escrupolos
    vai comenta jogo da serie 3..piranha

  • 33. lunna  |  novembro 20, 2007 às 10:20 am

    Estava pesquisando sobre ética no jornalismo e eis o que descubro. O caso Milly Lacombe que sem dúvida alguma é um marco para a questão sobre ética nessa profissão.
    Assisti ao vídeo e me espantei com o comportamento da “jornalista” que entre outras coisas escreve para a TPM.
    Não me interessa a opção sexual da “jornalista” em questão, uma vez que isso não faz dela alguém melhor ou pior. É um ser humano que deveria conhecer melhor as leis, fundamentalmente por sua “profissão” e tenho a opção que tem, deveria saber que acusações são coisas sérias, principalmente quando atentam contra a moral de alguém. O pior foi o comportamento: acusou e quando se viu acuada, refugou e ainda queria que o jogador se explicasse. Quem acusa apresenta provas e mais importante que isso: provas precisam ser investigadas com riqueza de detalhes para se ter certeza do que se fala.
    E quando a reação do goleiro: acho que os brasileiros estão mau acostumados com o comportamento de políticos e outros da sociedade que quando acusados se justificam e acham isso tudo normal.
    Eu ficarei enfurecida se meu nome fosse citado em um programa ao vivo junto a uma acusação séria de falsificação de documento e assinatura do mesmo.

  • 34. Toma cadela!  |  dezembro 24, 2007 às 12:01 am

    V I S T O S. ROGÉRIO CENI, qualificado nos autos, ajuizou a presente ação de indenização contra MARIA EMÍLIA CAVALCANTI LACOMBE (MILLY LACOMBE), também devidamente qualificada, narrando que em 03 de agosto de 2.006, a requerida, durante o programa de televisão Arena Sportv, veiculado pelo Canal Sportv, imputou ao requerente o crime de falsificação de documento, visando obter aumento salarial no São Paulo Futebol Clube. Segundo a requerida, o requerente teria produzido documento falso, contendo um suposto interesse do clube inglês Arsenal em sua contratação, com o objetivo de solicitar um aumento salarial ao clube em que estava vinculado. Posteriormente, constatou ainda o autor que a ré, em seu blog na rede mundial, em matéria de 27 de dezembro de 2.005, já havia acusado o autor de falsificado o suposto documento. Em virtude disto, teve o autor sua honra e dignidade ofendida pela ré. Assim, requer a condenação da ré no pagamento de indenização por danos morais, em valor estimado de R$ 150.000,00, e na publicação da eventual sentença de procedência. Com a petição inicial vieram os documentos de fls. 22/28. A requerida, citada, apresentou contestação a fls. 53/73, na qual argüi, em preliminar, a ilegitimidade passiva, nos termos do artigo 49, §2º, da Lei nº 5.250/67. No mérito, sustenta que o comentário aqui discutido é verídico, imparcial e sem qualquer ineditismo, pois amplamente divulgado, de inegável interesse público e amparado pelo legítimo direito e dever jornalístico de crítica e opinião, assegurado constitucionalmente. Afirma que agiu nos limites do exercício de seu direito constitucional de livre manifestação do pensamento e opinião e do direito/dever de informar e criticar. Assim, não se extrai dos fatos narrados na petição inicial a responsabilidade civil deduzida pelo requerente. Alternativamente, impugna a indenização e o “direito de resposta” pleiteados na petição inicial. Acostou os documentos de fls. 74/86. Réplica a fls. 95/110. Audiência de conciliação infrutífera a fls. 125. É o relatório. D E C I D O. Julgo o feito antecipadamente porque desnecessária a produção de outras provas, nos termos do artigo 331, inciso I, do C.P.C. Repilo a preliminar argüida pela requerida. Tem a requerida clara legitimidade passiva para integrar a relação processual proposta pelo requerente, enquanto autora das informações veiculadas no programa de televisão, ora impugnadas. Apesar dos argumentos apresentados pela requerida, o artigo 49, § 2º, da Lei nº 5.250/67 não exclui a possibilidade do ofendido promover ação de reparação de danos diretamente contra o autor da ofensa, seja isoladamente, seja em litisconsórcio passivo com a pessoa física ou jurídica responsável pelo veículo de divulgação. Tal entendimento, aliás, foi consagrado na Súmula nº 221 do E. Superior Tribunal de Justiça: “São civilmente responsáveis pelo ressarcimento de dano, decorrente de publicação pela imprensa, tanto o autor de escrito quanto o proprietário do veículo de comunicação”. No mérito, o pedido procede em parte. Indubitavelmente, as pessoas públicas merecem proteção ao seu direito de personalidade, inclusive em sua honra, decoro e dignidade. O que ocorre é que tal proteção, comparativamente à pessoa comum, é mitigada diante da atividade pública exercida e do seu prestígio, pois o destaque social tem como contrapartida maior exposição, notadamente na mídia, e, assim, sujeitam-se as pessoas públicas às conseqüentes críticas. Não se pode perder de vista, contudo, a razoabilidade. O direito de informação e a liberdade de expressão não são ilimitados. “A liberdade de imprensa é o direito de livre manifestação do pensamento pela imprensa, mas, como todo direito, tem o seu limite lógico na fronteira dos direitos alheios. A ordem jurídica não pode deixar de ser um equilíbrio de interesses: não é possível uma colisão de direitos, autenticamente tais. O exercício de um direito degenera em abuso, e torna-se atividade antijurídica, quando invade a órbita de gravitação do direito alheio” (Nelson Hungria in Comentários ao Código Penal. Editora Forense, 1954, volume 4, p. 261). Assim, não basta que a opinião veiculada tenha teor crítico em relação a um fato ou ao desempenho de uma pessoa pública. São necessárias ainda adequação e razoabilidade. No presente caso, o arquivo digitalizado contendo parte do programa Arena Sportv, veiculado no Canal Sportv aos seus assinantes, não foi objeto de impugnação. Ora, diante disto, confirma-se o trecho transcrito na petição inicial, ou seja, de que a requerida, no debate então realizado no programa sobre as qualidades técnicas do requerente, afirmou ter este falsificado a assinatura do representante do clube inglês Arsenal para obter aumento no São Paulo Futebol Clube, clube ao qual estava vinculado. Referindo-se ao requerente, a requerida disse: “Ele forjou um documento para que o São Paulo aumentasse o seu salário”. Ouve-se em seguida o mediador do programa, Kleber Machado, demonstrando cautela, talvez no afã de contemporizar tão dura acusação, afirmar que a proposta do clube inglês pelo requerente e sua suspensão posterior era uma história um pouco mal contada, mas que não dava para afirmar que “ele forjou, falsificou um documento”. O experiente e renomado jornalista Armando Nogueira, também participando do programa e da discussão que se travava até aquele instante sobre o desempenho e qualidades técnicas do requerido, igualmente demonstrando cuidado, diz em seguida: “aí nesse terreno eu não entro, porque aí é especulação”. Em resposta, diz a requerida: especulação não….aconteceu!” O mediador, mais uma vez contemporizando, diz que no São Paulo Futebol Clube, naquela ocasião, “aconteceu uma crise lá qualquer . . ., mas nunca tinha ouvido falar que ele tivesse forjado uma assinatura”. Em seguida, a requerida responde ao mediador: “até aonde eu sei é isso, ele falsificou a assinatura”. Após, cedendo parcialmente à posição demonstrada pelos colegas, disse: “eu não sei, se eu estiver errada peço desculpas, mas a história que eu sei é essa, ele falsificou a assinatura para conseguir um aumento e foi afastado pela diretoria do São Paulo”. Ajuizada ação penal privada pelo requerente contra a requerida, na audiência de conciliação, a segunda assim declarou, conforme traz o termo correspondente: “reconhece ter levado ao ar informação sem antes ter verificado sua autenticidade. Posteriormente, a querelada Milly Lacombe procedeu levantamentos e constatou que os fatos seriam inverídicos. Ressalta que tem o maior respeito pelo querelante Rogério Ceni como profissional e como pessoa e lamenta se o episódio lhe causou algum transtorno” No mesmo termo de audiência ainda constou que o autor aceitava o pedido de desculpas e que as partes não tinham mais o que discutir entre si na esfera penal, mas as eventuais pendências cíveis seriam dirimidas na esfera própria. Ora, a requerida afirmou deliberadamente ter o requerente falsificado a assinatura e forjado um documento, conduta, em tese, tipificada no artigo 298 do Código Penal. Portanto, imputou ao requerente fato tipificado como crime, violando sua honra e seu nome. A conduta da requerida, assim, não caracterizou o livre exercício da manifestação de pensamento, pois não se limitou a ré a tecer críticas sobre o autor, suas qualidades profissionais, esportivas ou pessoais. Também, ao contrário do exposto na contestação, a requerida não se limitou ao exercício do direito/dever de informar um fato concreto aos assinantes do canal de televisão, claramente extrapolando-o. A requerida afirmou categoricamente que o autor falsificou assinatura e forjou documento e ao encontrar oposição dos demais participantes do programa, reiterou sua assertiva. Aliás, nenhuma das matérias jornalísticas colacionadas pela requerida nos autos traz igual afirmação. Todas noticiam a crise estabelecida entre o requerente o seu clube de futebol, mas nenhuma delas informa ter o primeiro falsificado a assinatura de representante do clube inglês ou forjado documento comprovando o interesse de tal clube em contratá-lo. “A responsabilidade civil decorrente de abusos perpetrados por meio da imprensa abrange a colisão de dois direitos fundamentais: a liberdade de informação e a tutela dos direitos da personalidade (honra, imagem e vida privada). A atividade jornalística deve ser livre para informar a sociedade acerca de fatos cotidianos de interesse público, em observância ao princípio constitucional do Estado Democrático de Direito; contudo, o direito de informação não é absoluto, vedando-se a divulgação de notícias falaciosas, que exponham indevidamente a intimidade ou acarretem danos à honra e à imagem dos indivíduos, em ofensa ao princípio constitucional da dignidade da pessoa humana” (REsp nº 719592, 4ª Turma, rel. Min. Jorge Scartezzini, julgado em 12/12/2005, DJ de 01/02/2206). Destarte, deve a requerida responder pelo excesso e pela indevida e vexatória exposição do nome do autor e pela ofensa à sua honra. “Por outras palavras, a liberdade de imprensa não se confunde com o desvio da legalidade e do bom direito, muito menos com o abuso de um pretenso direito, que se revela capaz de ofender a imagem alheia ou demais direitos da personalidade. Cabe salientar, de outra parte, as disposições do inc. X do art. 5º da CF: “são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material e moral decorrente de sua violação” (TJSP, RT 822/236, rel. Des. Sebastião Carlos Garcia). Desta forma, constata-se a existência de ato ilícito, bem como da lesão ao direito de personalidade do autor. O liame causal é evidente, na medida em que a lesão sofrida pelo autor decorre da leviana assertiva da ré, assim reconhecida na esfera penal, no programa divulgado em cadeia nacional de televisão. Destarte, “verificado o evento danoso, surge a necessidade da reparação, não havendo que se cogitar da prova do prejuízo, se presentes os pressupostos legais para que haja a responsabilidade civil (nexo de causalidade e culpa)” (STJ, REsp nº 23.575, rel. Min. César Asfor Rocha, julgado em 09/06/1997, RSTJ 98/270). Bem por isso, a procedência do pedido inicial, já que plenamente provados o ato ilícito, a lesão e o nexo de causalidade, é de rigor. Resta, então, a fixação do valor da indenização pelo dano moral suportado pelo autor. É certo que o valor do prejuízo dessa natureza é de difícil aferição. Assim, para sua fixação, preponderantemente aplica-se o princípio da proporcionalidade, levando-se em conta a gravidade da culpa e a extensão dos danos. Portanto, uma vez que a culpa da requerida deve ser considerada elevada, porque claramente inadequada e leviana, e os graves danos suportados pelo autor, razoável a fixação da condenação em 100 vezes o valor do salário mínimo nacional vigente na data do ajuizamento da ação, ou seja, R$ 35.000,00, com correção monetária a partir da data da propositura e juros de mora de 1%, contados a partir da data do fato. Por fim, no que tange à publicação da decisão final no canal de televisão, no mesmo horário do programa veiculado, não encontro em tal condenação o caráter reparatório buscado pelo autor, mas, ao contrário, tem como conseqüência maior divulgação da lide, inclusive da acusação irrogada. Indenizar é tornar indene, isto é, reparar os danos causados pelo ato ilícito praticado. No caso em testilha, razoável a compensação dos danos sofridos com uma vantagem patrimonial, conforme já exposto, não nos parecendo, contudo, que a condenação da ré na publicação da decisão final deste processo, se efetivamente procedente, contenha o caráter reparatório, mas punitivo, tanto pela divulgação da condenação em rede nacional, quanto pelo próprio valor do espaço necessário em rede nacional. Pelo exposto, julgo PROCEDENTE o pedido para condenar a requerida no pagamento de R$ 35.000,00 ao autor, devidamente corrigido monetariamente desde a data do ajuizamento da ação e acrescido de juros de mora de 1% ao mês, contados da data do fato. Em virtude da sucumbência, condeno a ré no pagamento das despesas processuais e honorários advocatícios, que arbitro em 10% do valor da condenação. P. R. I. São Paulo, 08 de outubro de 2.007. MÁRCIO TEIXEIRA LARANJO Juiz de Direito

  • 35. Fabio Olesko  |  janeiro 28, 2008 às 5:55 pm

    Depois de tudo isso que acabei de ler aqui…
    …só me resta dizer…

    O Rogério é FODA!

    Essa FILHA DA PUTA e TODOS que tentaram defende-la aqui…
    …tinham que morrer! Por cause de gente como vocês que o mundo tá um CU!

    Mas para diminuir a raiva e indignação de muitos aqui…
    …só posso sugerir que assistam novanente…
    …pois ver a cara daquela FILHA DA PUTA…
    …não tem preço! Vão se sentir melhor!
    Isso ai galera!
    Aquele abraço!

  • 36. Fernando  |  fevereiro 12, 2008 às 8:35 pm

    hahaha falou tudo Fabio!!! assino em baixo!!

  • 37. Rafael  |  março 3, 2008 às 5:19 pm

    Não sei quem tê razão.
    O Rogério têm todo o direito por ir à justiça, por se sentir lezado pela jornalista. Agora Sra. Lacombe, como a senhora faz uma acusação desta proporção sem devidas provas??? Isso foi uma grande infantilidade.

  • 38. Andy Garcia  |  março 17, 2008 às 1:19 pm

    HAHAHAHAHAHAHA

    não sei como uma inutil, troxa, imbecil e ridicula reporter MEDIOCRE chega num canal vinculado à Globo…

    deve ter sido através de favores prestados

    ahahahahahahahahaha BOA ROGERIO…

  • 39. Sylvio Andrade  |  abril 30, 2008 às 1:12 am

    Bem aplicada a justiça. E é exemplar. Deveríamos segui-la e respeitar aos outros, sem ofensas morais, como as veiculadas neste espaço. Queremos mais da Web, mas sem máscaras: o espaço é da inteligência e do caráter, sem o uso de adjetivos pejorativos. Se querem o respeito ao Rogério Ceni, respeitem, também, a jornalista, pois errou, mas respondeu à justiça. E caabou pagando menos do que queria o requerente.
    Mas ele, de fato, não respondeu o que ocorreu na época: é típico do futebol, cheio de mistérios. De fato, houve uma crise. Mas elas nunca chegam à luz.

  • 40. João Vitor Pio  |  agosto 12, 2008 às 7:53 pm

    O caso embora pareça complicado, se analisado em seus traços gerais torna-se mais simples, Lacombe proferiu acusações que não continham fundamentações formais, que careciam de documentação que as comprovassem. Rogério Ceni, ofendido e tendo sua imagem denegrida, impetra ação contra a jornalista, num valor substancialmente alto. Pede também a retratação. Julgado o caso fixa-se em 100 sálarios mínimos (na época 35.000 reais) o pagamento da indenização e também julga desnecessário a veiculação de retratação, o que, segundo o magistrado, apenas delongaria os efeitos do processo, causando maior exposição do ofendido, tornando-se um mecanisco inócuo.

    Porém o que mais me espanta em todo o caso é um canal como o Sportv trazer junto de jornalista de honra, moral e competência comprovada ao longo dos ano, alguém que no mínimo se pode qualificar como uma aventureira na área.
    Ainda mais perplexo fico diante da atitude da emissora Rede Record, que contratara a referida jornalista para integrar seu quadro de comentaristas esportivos.
    Em suma, o ocorrido, que tornou conhecido o nome de Milly Lacombe propiciou a mesma vantagens, como a contratação por uma emissora. Portanto paga a indenização, acabou a mesma lucrando com o fato.
    É o Brasil em que vivemos. Quando o sistema judiciário consegue em partes reparar danos e fazer justiça, empresas que no mínimo tem fontes de arrecadação duvidosas aproveitam-se da exposição de condenados para lucrarem com isso. Lamentável!

  • 41. Walter  |  dezembro 22, 2008 às 9:32 am

    Sem dúvida, a insignificante e medíocre Milly Lacombe tornou-se extremamente conhecida por conta desse episódio. Quem é Milly Lacombe? Ninguém.
    Porém, a exposição na mídia que ela teve lhe proporcionou ganhos muito maiores do que a parca indenização de R$ 35.000,00.
    Ela é escritora e – provavelmente – muita gente que antipatiza com o Rogério Ceni deve ter comprado livros dela.
    Ela teve seus 15 minutos de fama.

  • 42. Geovani Gozzi  |  fevereiro 11, 2009 às 8:20 pm

    sou palmeirense de coração, não desejo o sucesso de rogério ceni de jeito nenhum!! bamby eh bammby num tem jeito muitas das coisas que ela disse eh vdd, q o rogério soh chora (ergue o braço pedindo empedimento quando naum eh) é ruim
    naum sabe sai do gol, entre outros defeitos mais fala uma coisa sem ter provas eh o cumulo da burrice ainda mais na sportv!!
    se ela e tantos outros acha que eh vdd foda-se agora afirma q eh vdd isso foi lamentavel mostro que ela falo mais como torcedora do que comentarista e jornalista!
    lamentavel

  • 43. Bill  |  março 20, 2009 às 3:18 am

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  • 44. Alexandre  |  abril 19, 2009 às 4:46 am

    Sério, é impressionante como a malediência conseguiu ter voz na televisão, essa jornalista é o retrato do mau caratismo, da anti ética e de todos os fatores que norteam a negatividade no país, em que poucos fazem e muitos criticam. Rogério Ceni conquistou com trabalho, ética, lealdade sua expressividade, ter sua imagem maculada por uma pessoa de forma mentirosa, covarde e sem nenhuma expressão é a maior demonstração de como as pessoas de bem estão expostas aos invejosos, muito bem falou comentário q disse q o mediador não percebeu a gravidade da situação e sua posição de tentar contemporizar apenas o comprometeu. Lacombe, vc é um ser inferior, tenho pena de vc, e se por infelicidade ouvir novamente vc dizer asneiras, eu e todos vão saber q o q vc fala não se escreve.

  • 46. Nelson Júnior  |  julho 28, 2009 às 10:00 pm

    Está explicado o fato do STF entender não ser necessário diploma para ser jornalista. O Brasil tem os políticos e os jornalistas que merece. Não gosto do Rogério Ceni.
    A CF/88 deve ser respeitada.

    Ela cometeu crimes contra a honra previsto no Código Penal, além de lesar a imagem do Goleiro do São Paulo. Acho que ele deveria intentar ação penal e não só a cível.

    Jornalistas brasileiros sua maioria é medíocre, com suas poucas exceções!

    Essa daí só trabalha hoje por “contatos” e “padrinhos”, não adianta discutirem.

  • 47. Daniel  |  outubro 7, 2009 às 11:36 pm

    essa Renata Leão só pode ser a namorada da Milly… hauhaua
    e Jorge finalmente após 9 anos escondido e preso na sala de troféus do palmeiras, conseguiu sair, pra poder comentar aqui sobre o são fraturado marcos.

  • 48. Fabricio Lobo Figueira  |  outubro 25, 2009 às 2:02 pm

    Estou obrando se a Milly é hétero ou Homo, estou obrando se o Rogério é frangueiro ou o maior goleiro do mundo de todos os tempos.
    O Fato é que pra se fazer uma acusação séria dessa tem que se ter provas, e ainda mais que tivesse… isso seria um problema do São Paulo, não dela.
    O provérbio “Quem fala o que quer, ouve o que não quer!” Se encaixa muito bem nesse caso.
    Em bom portugues… cada um que cuide do seu cpf!

  • 49. Adriele Araújo  |  novembro 18, 2009 às 3:29 pm

    Cara que raiva dessa , dessa…COISA!!!
    O Rogério é digno de muito respeito, pois a carreira dele foi construída com muita dedicação, com muito amor, ninguém, nenhum goleiro será como ele, quem já leu o livro dele sabe disso.
    Os argumentos dessa mulher que se diz jornalista, não têm fundamentos, as palavras dela não têm verdade, até a expressão dela é falsa.
    Eu nunca acreditei nas mentiras que contam do Rogério, isso tudo é porque as pessoas não crescem na vida, não são conhecidas, não possuem histórias de luta como as dele.
    Quando uma pessoa é um JOÃO NINGUÉM, começa a alfinetar as boas, as melhores do mundo.
    A atitude do Rogério foi certa sim, e ele até que foi bem educado com a fulana, imbecil e mentirosa, ordinária.

    Rogério, revolucionário, guerreiro ❤

  • 50. Danilo Moraes  |  março 13, 2010 às 7:35 am

    Não sou fã do Rogério, mas essa repórter foi muito infeliz em suas afirmações.
    Você falar mal de alguém em uma roda com amigos é uma coisa, agora falar de alguém na tv é outra coisa bem diferente.

  • 51. ciro  |  julho 29, 2010 às 9:19 am

    Para os desavisados bambis……essa reportagem foi mostrada na TV inclusive com o falso documento para todos verem…..por isso a reporter não falou nada a mais do que a TV mostrou…..precisamos tambem mostrar as coisas erradas que os pretensos ídolos fazem…..o Rogério BAMBIOU de novo…pisou na bola…..

  • 52. Marlon Falzetta  |  agosto 30, 2010 às 4:43 pm

    Bom, eu vi o programa ao vivo, na época que foi ao ar e revi hj.

    Não há nenhuma informação, pelo programa não sei de bastidor, que havia um documento (seja falso ou não).

    Achei a Milly infantil e despreparada. Falar uma coisa dessas, ao vivo, gratuitamente e sem (aparente) prova, é muita ingenuidade (burrice também) para uma pessoa que me parace ter uma boa formação e serve aos melhores programas esportivos.

    Creio que o Ciro, está equivocado ao dizer que existia um documento falso. Penso que se houvesse a Milly o teria mostrado.

    Não sei o que ela pensou em ganhar falando tão mal do RC (sobre se adiantar em panaltes …) e fazendo essa acusação terrível.

    Não achei o RC deselegante. Eu teria a mesma reação.
    Ser acusado desta forma, para milhares de pessoas pode causar transtornos irreversíveis.

    O RC não bambiou, teve atitude de homem honesto e comprometido com a verdade que acredito que o seja.
    Realmente é um exemplo e leva isso a sério. Não poderia permitir que a legião de pessoas que o admira receba impunemente essa notícia, até então infundada.

    Alias usar termos pejorativos como “bambiar”, taxar pessoas de homosexuais para tirar gosação é pejorar os próprios homosexuais. Quem não é, não vai esquentar mas para quem é homosexual, ver sua preferência como sinônimo de chacota deixa triste.

    Ciro, não faça isso. Mantenha o bate papo em alto nível ou não comente nada.

    Sou São Paulino, fã do Ceni, respeito os homosexuais e gostaria que você respeitasse os torcedores do clube que mais tem títulos de expressão neste país.

    Não inveje, trabalhe e conquiste.

  • 53. carlos josias  |  março 8, 2011 às 12:27 pm

    Jornalista pobre, escritora mediocre, canal de tv sem critério para escolher profissionais…..ao menos no que diz com ela ….impressionante o contrangimento dos colegas dela enquanto ela falava asneira …. estava indo de razoável a bem na função e se achou …. e achou que era hora de dar uma grande cartada em cima de um ídolo …. se borrou toda…além de tudo mentirosa, depois de ter dito o que disse acabou dizendo que não disse o que disse. Virou só escritora de textos absolutamente desnecessários para a literatura média nacional. Não morro de amores pelo Rogério Ceni embora reconheça nele imensas virtudes, mas fosse quem fosse o que ela disse foi mais do que ofensivo, além de sacana. O melhor é que ela pegou alguém com peito para enfrentar a mídia e teve que meter a viola no saco, para não dizer outra coisa.

  • 54. hotmail email directory  |  junho 7, 2013 às 11:25 pm

    Its not my first time to pay a quick visit this web site, i am browsing this site dailly and get pleasant facts from here all the time.

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